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Qualidade de vida Saúde do Trabalho

Síndrome de Burnout: A culpa não é sua!

Você sabe se seus colaboradores possuem essa síndrome e o quanto isso prejudica o desempenho?

Quando nada mais interessa, a coragem e motivação para realizar as tarefas rotineiras não existem mais, a insônia passa ser companheira de todas as noites, e tudo o que persiste é o desespero e a vontade de se isolar do mundo, uma síndrome descreve o que pode estar acontecendo: Burnout.

A Síndrome de Burnout é um esgotamento profissional, um estresse prolongado, derivado do desgaste e sobrecarga de atividades que gera um cansaço físico, emocional e mental, impedindo o profissional de cumprir suas atividades.

Encarada ainda com certo preconceito e considerada por alguns como preguiça, frescura ou até mesmo loucura, o Burnout é visto por alguns especialistas como uma dificuldade de administrar a vida e seus problemas, e tem se tornando um mal cada vez mais recorrente, principalmente nos profissionais da área da educação, saúde e segurança.

Conhecida também como síndrome depressiva, por ter sinais e sintomas parecidos com a depressão, o Burnout requer tratamento médico adequado e precisa ser tratada com a mesma seriedade como se cuida de qualquer outro problema de saúde.

Vale alertar que o uso de drogas, álcool, cigarros e remédios tranquilizantes sem orientação e acompanhamento médico são desencadeadores para crises mais sérias e piora do quadro clínico.

Como identificar os sintomas

Cada dia mais comum, estima-se que 30% da população sofra desse esgotamento em consequência da profissão.

Os sinais mais visíveis de que algo não está bem, é quando começa existir a necessidade de estimulantes como café, bebidas energéticas ou refrigerantes para se manter atento ao trabalho.

Os sintomas mais comuns nas pessoas que sofrem com a síndrome são:

– Sentimentos persistentes de tristeza, ansiedade, desesperança, pessimismo, culpa;

– Irritabilidade sem razão aparente;

– Insônia;

– Perda de apetite;

– Perda de energia e desinteresse por atividades preferidas;

– Tendência ao isolamento;

– Negligência das responsabilidades;

– Dificuldades de concentração e esquecimento;

– Fadiga;

– Tensão Muscular;

– Problemas gástricos.

Qual o tratamento ideal?

Quem apresenta os sintomas deve procurar um médico especialista para a análise clínica, o diagnóstico e o tratamento (feito com psicoterapia, com o uso de remédios antidepressivos ou ansiolíticos) e, em alguns casos é necessário o afastamento do trabalho por um determinado período.

O Sistema Único de Saúde também está apto para atender de forma gratuita e acompanhar cada paciente na evolução do tratamento.

É importante lembrar que, como toda doença, a prevenção sempre será o melhor remédio. Buscar estratégias que diminuam o estresse do dia-a-dia, fazer atividade físicas, dormir em torno de 8 horas diariamente, ter atividades que saiam da rotina e inserir lazer e momentos de descontração com família e amigos são algumas orientações para evitar o surgimento da síndrome.

Organização Mundial da Saúde

No dia 20 de maio de 2019, a OMS incluiu oficialmente a Síndrome de Burnout como estresse crônico na lista oficial de doenças.

A nova classificação passa a vigorar em 2022, é a primeira vez que um esgotamento profissional é reconhecido como um problema de saúde e entra para este catálogo mundial.

Isso representa um avanço significativo abrindo caminhos para os tratamentos e diminuindo os preconceitos.

No Brasil, a Lei 8213-91 garante ao trabalhador o direito de requerimento de auxílio doença previdenciário e estabilidade provisória no emprego em caso de comprovação médica da doença. A síndrome é configurada na lei trabalhista como transtornos mentais e de comportamentos relacionados ao trabalho.

Conte conosco para uma consultoria completa em sua empresa. Quer saber mais? Entre em contato.

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