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Legislação Saúde do Trabalho

O Sarampo está de volta!

A grande maioria das pessoas já teve, em algum momento da vida, contato com as chamadas doenças infantis, como sarampo, catapora, rubéola, caxumba e outras.

Nos últimos anos, essas, que pareciam doenças do passado, voltaram a preocupar, e o atual surto de sarampo no Brasil prova que esse passado está mais presente do que nunca.

Segundo dados divulgados na primeira semana de agosto, pela Secretaria de Estado da Saúde, até o dia 31 de julho foram confirmados 967 casos da doença no estado de São Paulo. Das 43 cidades brasileiras que estão vivendo o surto de sarampo, 39 são paulistas, o que fez com que ascendesse o sinal de alerta entre autoridades e empresas.

Sintomas

O sarampo é extremamente contagioso, no início a pessoa acredita estar com uma gripe forte, apresentado coriza, secreção, tosse e febre baixa, além de dores de cabeça, confusão mental e alteração de comportamento, especialmente em crianças.

Em seguida aparecem a febre alta e pintas avermelhadas atrás da orelha, rosto e pescoço. As pintas descem por todo o corpo, até os pés, e depois desaparecem por completo.

Em alguns casos o paciente também pode ser acometido pela conjuntivite, lacrimejamento e fotofobia, quando não consegue olhar diretamente para a luz.

O quadro todo da doença tem uma duração aproximada de 7 a 10 dias. O sarampo e a catapora são as mais transmissíveis das doenças infantis por vias aéreas, ou seja, respirar o mesmo ar em ambientes fechados com alguém infectado traz risco de contaminação.

O sarampo pode deixar sequelas como diminuição da capacidade mental, cegueira, surdez, retardar o crescimento e nos casos mais graves levar à morte.

Tratamento

Não existe um medicamento específico para o sarampo. O tratamento é sintomático, ou seja, aliviam-se os sintomas com antitérmicos, inalações, expectorantes, dietas leves e muita hidratação, sempre com acompanhamento médico.

A melhor forma de prevenção da doença é a vacina. É considerado vacinado toda pessoa que comprovar que tomou as duas doses conforme recomendação para sua faixa etária. Essa imunização não é recomendada a gestantes nem para pacientes que estão tratando algum tipo de câncer.

Norma Regulamentadora – NR 32

De acordo com as orientações da NR 32, a vacinação deve ser incluída no serviço de saúde ocupacional dos trabalhadores.

É de responsabilidade do médico do trabalho, ao elaborar o PCMSO, identificar as imunizações necessárias para cada grupo de trabalhadores, levando em consideração os riscos que cada um está suscetível de acordo com sua atividade e atendendo as recomendações do Ministério da Saúde.

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