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Qualidade de vida Saúde do Trabalho

Dependência química: precisamos falar sobre este assunto

O estresse da vida profissional somado aos problemas pessoais pode ser um incentivo ao consumo de álcool e drogas, mas esta válvula de escape faz de quem está vulnerável uma vítima da dependência química.

Considerada doença pela Organização Mundial da Saúde, os números têm crescido a cada ano, sendo um problema de saúde pública que traz prejuízos ao indivíduo, à família e para toda sociedade. Todos pagam essa conta.

Problemas no ambiente de trabalho

A pessoa dependente de drogas lícitas ou ilícitas tem no ambiente de trabalho uma queda visível de sua produtividade. Suas relações pessoais são afetadas e ainda podem gerar acidentes, prejudicando sua própria saúde e a de terceiros devido à falta de atenção e concentração na execução das atividades laborais.

O trabalhador sob o efeito de álcool ou drogas perde totalmente a noção de espaço e a percepção de riscos, podendo se envolver em acidentes de trabalho.

O absenteísmo se torna constante e o surgimento de doenças e transtornos psicológicos geram afastamento e, consequentemente, a solicitação do auxílio-doença.

Essas situações podem gerar demissão, o que agrava o ciclo da doença, fazendo com que o dependente procure cada vez mais a bebida e outros tipos de droga, ficando excluído de novas oportunidades no mercado de trabalho.

O que fazer?

Por ser um problema de saúde pública, toda sociedade precisa se unir e encontrar soluções que revertam esse quadro.

Algumas empresas deixam de investir em programas de prevenção e reabilitação devido ao custo, mas o barato pode sair caro.

Ao contrário do que muitos pensam, a dependência química não é falha de caráter ou falta de vontade. Ela é uma doença que precisa de cuidado e tratamento como qualquer outra.

A empresa que opta pela criação de programas de prevenção precisa atender a todos os funcionários sem distinção de cargos ou salários, afinal todos vivem situações de estresse e pressão.

O desenvolvimento de workshops, palestras e oficinas educativas, a distribuição de material informativo e esclarecimentos de dúvidas com profissionais da área da saúde são algumas das primeiras ações que marcam presença no programa com o objetivo de desestimular o consumo de drogas.

O próximo passo é a reabilitação, encaminhando o trabalhador para avaliação psiquiátrica e atendimento psicoterapêutico. A criação de grupos de apoio para dar assistência familiar também é indicada.

A empresa deve tratar a dependência química sem discriminação, mantendo sigilo e respeito.

No período em que o trabalhador estiver em tratamento é aconselhável que a empresa ofereça outro cargo ou atividade que envolva menos riscos e acidentes.

O apoio da empresa é fundamental para que o funcionário supere todas as dificuldades enfrentadas durante o tratamento.

A prevenção contra álcool e drogas no ambiente de trabalho aumenta a produtividade, a qualidade de vida e ajuda a diminuir os acidentes de trabalho.

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