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Saúde do Trabalho Segurança do trabalho

A importância das Boas Práticas de Fabricação dos Alimentos

A alimentação possui papel principal na promoção da saúde e bem-estar. Produzir alimentos nos dias de hoje exige, compreender as necessidades impostas por diferentes estilos e etapas da vida, para assim criar produtos que atendam cada uma delas.

Durante o processo de produção, garantir a segurança dos alimentos é uma tarefa desafiadora, que só pode ser alcançada se todos os envolvidos estiverem sintonizados no mesmo objetivo.

A responsabilidade deve ser compartilhada por todos, desde fornecedores das matérias primas, até os distribuidores, passando pela produção do alimento e fabricação das embalagens. É um longo caminho percorrido, e a qualidade deve ser garantida em cada etapa.

Garantia de qualidade na produção

A BPF, ou Boas Práticas de Fabricação, é um conjunto de medidas adotadas pelas indústrias de alimentos e serviços de alimentação, com o objetivo de garantir a qualidade sanitária e zelar pela saúde do consumidor.

Essas práticas são aplicadas no cultivo, manipulação, armazenagem, transporte, embalagens, utensílios para manuseio, equipamentos, entre outros, até chegar ao produto final.

Empresas que aplicam as BPF em seu processo alcançam alto padrão de qualidade em seus produtos e otimizam seus gastos. A padronização dos procedimentos diminui perdas de matéria-prima e mantém em conformidade com as normas estabelecidas pela Legislação Sanitária.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, regulamenta e fiscaliza todos os procedimentos que serão empregados nas práticas da indústria alimentícia.

Doenças Transmitidas por Alimentos

Conhecidas também como DTA, as Doenças Transmitidas por Alimentos são causadas pelo consumo de alimentos ou líquidos contaminados por microrganismos e suas toxinas, que normalmente entram em contato com o alimento durante sua manipulação e preparo.

Os sintomas causados pelas doenças transmitidas por alimentos, em adultos costumam durar poucos dias, e os mais comuns são, diarreias, vômitos, náuseas e febre. Já em gestantes, idosos, crianças e pessoas com baixa imunidade, os efeitos podem ser mais sérios, podendo até levar a óbito.

ISO 22000

Toda empresa do setor alimentício, precisa seguir orientações estabelecidas por normas, entre elas temos a internacional, NBR – ISO 22000, que rege a segurança dos alimentos em toda cadeia de fabricação.

Desde a produção no campo até chegar à mesa do consumidor final, as empresas devem atender as expectativas e o padrão de qualidade com a implantação de:

  • Inspeções;
  • Testes de lotes;
  • Rastreabilidade;
  • Prevenção e controle de danos;
  • Segurança e higiene dos alimentos;
  • Padronização de processos;
  • Política de segurança alimentar.

 Essas e outras ações estabelecidas pela norma, ajudam na produção de alimentos nos locais, evitam danos a marca e proporcionam confiança do cliente.

Saúde Ocupacional (SST) – Exames exigidos pela ANVISA

Todo funcionário da empresa, que realiza atividades de manuseio com alimentos, precisa estar em dia com os seguintes exames laborais:

  • Hemograma completo a cada 6 meses;
  • Coprocultura de fezes a cada 6 meses;
  • Coproparasitológico de fezes a cada 6 meses
  • Exame clínico ocupacional para emissão do Atestado de Saúde Ocupacional, o ASO.

Todas essas informações devem constar no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, o PCMSO, atendendo as exigências estabelecidas na Norma Regulamentadora 7, a NR 7.

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